segunda-feira, 26 de julho de 2010

hope.

A noite fora estressante para ela. Muitos deram conselhos que a machucaram de verdade, porém conselhos sábios e que ela realmente tinha parado para ouvir. Lágrimas, por mais que tentara segura-las, escorreram vergonhosamente pelas suas frias bochechas. Limpou-as com uma raiva que se apoderou dela, mais passageira. Estremamente decepcionada com tudo que estava acontecendo, deitou em sua cama e esmurrava-a com toda sua força. O travesseiro já não ficara tão confortável depois de ser afogado pelas magoas derramadas sobre ele. Repetindo na sua próprima cabeça que tudo havera de dar certo, ela adormeçe extremamente atordoda com tudo aquilo.
Mais que barulho mais irritante! dizia ela. Acordada pelo toque estrindente do celular, estica o braço e o pega. Os olhos ainda meio grudados, não lhes deram a capacidade de poder indentificar quem a ligava. Uma voz aveludada que lhe dirigia a palavra. Um enorme sorriso ela escancarrava para ninguém. Não era ninguém mais, ninguém menos do que sua querida avó. Ah poxa, pra muitos de nada valeria uma ligação daquela adorável senhora que tanto já tinha lhe mimado. Mais pra ela qualquer familiar -ou amigo, que seja- lhe faria muito bem depois da estressante noite.
Em fração de segundos, logo as duas conversavam sobre aquilo que já incomodava-a a um certo tempo. Amor. Sem qualquer conclusão precisamente tirada, a esperiência de sua avó, lhe deu muitos chaqualhões para as coisas que estavam acontecendo, contudo tudo se foi nas intensas risadas que as duas davam juntas. Sim, depois de toda a longa conversa havia uma ótimo notícia! A senhora acabara de dize-la que era pra ela já indo arrumar suas malas, pois pegavam o avião logo na quarta de manhã.
A felicidade não cabia dentro dela mesma, pulou, cantou, gritou e depois caiu ao chão rindo da sua próprima idiotiosse. Mais era verdade, sua alegria era incontentável, ela finalmente sairia do sofrimento, finalmente poderia rir, finalmente se livraria dele. Pelo menos era o que ela esperava mais encontrar, ou melhor, encontrar alguém que realmente a faria sentir tudo aquilo de novo, porém com um sentimento verdadeiro.

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