quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Julho, meu Julho

Visão embaçada e não entendi muito bem se vinha de um sonho ou apenas realidade jogada na cara.
Enfim veio a mim o devaneio de sempre, só não quis realmente aceitar ele da mesma maneira que venho relembrando-o.
Bem, quero dizer que isso é uma despedida. Uma despedida da antiga e ex-nova eu, uma despedida tardia de você, uma despedida esclarecedora de nós.
Era inverno, estávamos carentes e friorentos. Na verdade não era amor, eu te amei, você... não era mesmo amor. Não nos possuíamos, entregue inteira a você, mas nunca recebi-lhe e nunca fora meu.
É, só foi Julho.

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